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26 de março de 2018

“Se o Brasil não for possível, o mundo é impossível”, afirma Marcos de Azambuja


O diplomata e ex-embaixador do Brasil na Argentina e na França diz que País ainda é uma grande potência regional com projeções mundiais e papel crescente no século 21

“Se o Brasil não der certo, o mundo não vai dar certo. Sem nenhuma pretensão, mas o Brasil é um microcosmo. É uma síntese de raças, de cultura, de civilizações. Se nós não dermos certo, as condições para o mundo ficam prejudicadas”, é assim que o diplomata e ex-embaixador do Brasil na Argentina e na França, Marcos de Azambuja, define o papel do País no século 21.

Em entrevista ao UM BRASIL, Azambuja afirma a Jaime Spitzcovsky que o Brasil não deve se considerar um País inferior com “complexo de vira-lata”, mas se posicionar de acordo com suas reais capacidades.

“O Brasil tem de jogar dentro das suas possibilidades. Nem truculência, nem tonitruância, nem excesso de protagonismo, mas também nenhum excesso de modéstia. O Brasil ainda é uma grande potência regional com projeções mundiais”, diz e complementa: “Um país não pode viver aquém do que ele é, mas não deve viver além do que ele pode”.

Azambuja considera que, apesar de sermos uma grande potência agropecuária e territorial, o desempenho da ciência e tecnologia é intermediário. “O Brasil é um país de difícil conceituação e tem uma capacidade de ser simultaneamente muitas coisas”, explica. Assista a entrevista completa aqui.

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