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29 de maio de 2018

FecomercioSP apresenta proposta para a retomada do comércio eletrônico após paralisação dos caminhoneiros


Entidade solicita a isenção de rodízio para os transportes de cargas e entregas expressas; a garantia de segurança de motoristas e cargas; e o reforço de auditoria e agilidade na liberação de carga nos postos fiscais estaduais

As paralisações dos caminhoneiros têm impactado as entregas de produtos comprados pela internet. O Conselho de Comércio Eletrônico da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), que representa 85% do PIB do setor nacional, estima que cerca de 50 mil varejistas formais do e-commerce foram prejudicados diretamente, o que atingiu mais de 50 milhões de consumidores no Brasil.

Em relação às transportadoras responsáveis pela entrega de perecíveis e medicamentos, o problema é ainda maior, pois enfrentam um cenário adverso mais preocupante, uma vez que, além dos custos da paralisação, há os custos das mercadorias, que simplesmente perdem sua validade ou estragam antes do consumidor final ser atendido, sem contar o impacto no fluxo da entrega de medicamentos em diversos pontos do País entre distribuidoras, hospitais, postos de saúde e farmácias – que necessitam dos medicamentos para os mais diversos tratamentos.

Diante desse cenário negativo e caótico, a FecomercioSP, por meio do Conselho de Comércio Eletrônico, apresenta uma série de medidas governamentais necessárias para auxiliar as transportadoras e varejistas online a atender os consumidores e garantir a retomada do atendimento após o término da greve.

Entre elas, a solicitação de isenção de rodízio para os transportes de cargas e entregas expressas e circulação em marginais até a normalização dos sistemas logísticos do Brasil. Além disso, reforço na segurança pública como exemplo de proposta ou pedido conjunto para liberação de volumes represados e garantia de segurança de motoristas e cargas, bem como o reforço no processo de auditoria e agilidade na liberação de carga nos postos fiscais estaduais. Confira a matéria completa aqui.

 

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