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18 de junho de 2018

Fazer reforma educacional é um propósito moral, afirma Michael Barber


Mudança nas políticas públicas é vista pelo educador e pesquisador britânico como imprescindível para que as futuras gerações tenham boas formações

Fazer uma reforma educacional no Brasil para que as futuras gerações tenham boas formações é mais do que uma necessidade, é um propósito moral. Essa é a visão do educador e pesquisador britânico Michael Barber.

“O século 21 é uma era fantástica para os que tiveram uma boa educação e um lugar assustador para os que não tiveram. Os subempregos estão desaparecendo, e quando existem, pagam muito pouco”, explica o especialista em debate promovido pelo UM BRASIL.

A conversa contou com as participações do jornalista Leandro Beguoci; da professora de Estudos Organizacionais, Poder e Política Organizacional e Decisão e Negociação do Insper, Patrícia Tavares; e do gerente de políticas públicas educacionais da Fundação Lemann, David Boyd.

Barber, que participou de reformas em diferentes áreas no Reino Unido, entende o desafio de implementar um novo currículo nacional em um país extenso e com uma série de diferenças regionais como o Brasil.

Para ele, embora a configuração brasileira dificulte a implementação de políticas universais sob um ponto de vista federal, a diversidade de Estados e cidades permite que novos modelos sejam postos em prática. Assista à entrevista completa aqui.

 

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