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23 de abril de 2018

Dependência da União não é saudável para finanças públicas, diz Eduardo Giannetti


Economista afirma que o “Estado brasileiro está onde não deveria e não está onde deveria”

A eficácia da atuação do Estado brasileiro é posta em xeque pelo economista, filósofo e escritor Eduardo Giannetti, em entrevista do UM BRASIL. Na conversa com Renato Galeno, o pensador diz que o Estado não deveria estar envolvido em atividades empresariais, nem subsidiar grupos privados e muito menos proteger a economia.

“O Estado brasileiro faz muita coisa que ele não deveria fazer e não faz aquilo que seria mais indispensável e que a Nação demanda, que é atender às necessidades básicas, elementares da cidadania”, diz.

Entre as prioridades para a população, Giannetti destaca o saneamento básico, o ensino fundamental de qualidade, a saúde pública digna para todos e um sistema de aposentadorias universal.

Ao analisar a economia brasileira, Giannetti diz que o Brasil não pratica a regra de ouro de gastar o dinheiro público o mais perto possível de onde ele é arrecadado. Embora a Constituição Federal de 1988 tenha instituído a descentralização, Estados e municípios ficaram dependentes da liberação de verba que passa por Brasília. Essa dependência do governo central não é saudável para as finanças públicas. Assista à entrevista completa aqui.

 

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