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Empresas adotam robôs em busca de mais economia e produtividade


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Software foi desenvolvido com o objetivo de simular a capacidade humana de raciocinar (Foto: Arte TUTU)

Atividades antes feitas unicamente por humanos, como decidir qual será o tratamento de um paciente, atender a clientes ou escolher profissionais em um processo seletivo, estão começando a ser executadas por sistemas de inteligência artificial, ramo da ciência da computação voltado à criação de dispositivos que simulam a capacidade humana de raciocinar, perceber, tomar decisões e resolver problemas.

Softwares desse tipo já vêm sendo utilizados no mercado brasileiro com sucesso, trazendo como vantagem a economia gerada às empresas, uma vez que robôs custam muito menos, até mesmo por não receberem salários e benefícios, não tirarem férias nem se afastarem do trabalho.

Os ganhos não param por aí. A crescente sofisticação dos chatbots (ou simplesmente bots) aponta ganhos de qualidade que vão além do balanço financeiro. Trata-se de uma geração de assistentes virtuais programados para jamais perder a paciência tampouco esquecer qualquer informação, além de sua enorme capacidade de encontrar a melhor solução no menor tempo possível.

Atento ao movimento do mercado, o Facebook, que atualmente possui 1,2 bilhão de usuários mundialmente em seu aplicativo de mensagens instantâneas, o Messenger, lançou em abril de 2016 um suporte para bots dentro de sua plataforma. “Acompanho de perto essa evolução da inteligência artificial. A interação [no Messenger] abre um canal com infinitas possibilidades. O imenso público reunido num só lugar desperta o apetite das corporações e cria oportunidades”, afirma o CEO da Docbot, empresa especializada em criação de bots para a área da saúde, Daniel Lindenberg.

Desenvolvido pela starup Nama, o Poupinha é o bot do Poupatempo. O atendente virtual entrou em operação em dezembro de 2016, conectado ao site do Poupatempo e ao Messenger do Facebook.  O robô, que realiza agendamentos e presta informações sobre 72 unidades da instituição no Estado de São Paulo, atende a cerca de 6 mil usuários por dia. Em três meses de operação, gerou 320 mil agendamentos e um montante de 12 milhões de mensagens. O CEO da empresa, Rodrigo Scotti, explica que “a tecnologia empregada é cem por cento brasileira”.

O próximo alvo dos sistemas de inteligência artificial no mercado é o WhatsApp, aplicativo que possui os mesmos 1,2 bilhão de usuários no planeta (100 milhões em território nacional). O app ainda não oferece conexões com assistentes virtuais, mas algumas empresas já começaram a desenvolver ferramentas por conta própria. Uma delas é a Optin, startup que fornece o atendimento integrado à plataforma com uso de inteligência artificial em caráter experimental. De acordo com o CEO da Optin, Daniel Marino, cinco clientes seus já estão usando o sistema. Para treinar o bot e manter o suporte, a Optin cobra R$ 900 mensalmente.

“Todos usam o WhatsApp, desde pizzarias do bairro (que informam novos sabores a dezenas de clientes) a instituições bancárias (que contatam milhares de correntistas). Nada mais natural, portanto, que esse seja um meio viável para chegar às pessoas”, afirma Marino, antes de concluir vislumbrando o futuro dessa tecnologia: “Quando for disponibilizada a tecnologia para a conexão direta, o que deve ocorrer em breve, o fluxo de dados vai melhorar e poderemos aperfeiçoar o sistema, tornando-o cada vez mais parecido com a interação humana”.

Confira a reportagem na íntegra (aqui) publicada na revista C&S.

Fecomércio-SP


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