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Proporção de empresários do varejo que consideram seus estoques adequados subiu pelo segundo mês consecutivo em junho


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54,2% dos empresários varejistas afirmaram estar com um nível de estoques adequado- a segunda alta mensal consecutiva (Arte/Banco de Imagens)

Em junho, o Índice de Estoques (IE) atingiu 108,5 pontos, crescimento de 2,7% na comparação com maio - segunda alta mensal consecutiva - e 15,7% superior ao registrado em junho de 2016. Apesar da alta, os resultados de junho não trazem grandes novidades positivas, já que a melhora do indicador foi motivada pela queda de 1,6 ponto porcentual (p.p.) na parcela de empresários que afirmaram estar com estoques abaixo do ideal, atingindo 13,5%, enquanto os que consideram seus estoques acima do adequado permaneceu estável, em 32,1%.

Os dados são do Índice de Estoques (IE) da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), que capta a percepção dos comerciantes sobre o volume de mercadorias estocadas nas lojas, e varia de zero (inadequação total) a 200 pontos (adequação total). A marca dos cem pontos é o limite entre inadequação e adequação.

No mês, 54,2% dos empresários varejistas afirmaram estar com um nível de estoques adequado- a segunda alta mensal consecutiva e o melhor resultado desde julho de 2015, quando 57,9% declararam estar nessa situação -, porém,ainda abaixo do histórico de antes de 2015, quando essa parcela rondava os 60%.

De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, os diferenciais entre estoques acima e abaixo caíram bastante recentemente após terem permanecido elevados por bastante tempo, e tiveram uma pequena alta neste mês. A Entidade pondera que os estoques continuam em patamares melhores do que no passado recente, mas aquém do desejável para uma economia em sua plenitude (algo que ainda não ocorreu). A proporção de empresários com excesso de produtos nas prateleiras tem se mantido um pouco acima do esperado, e com o ritmo da recuperação muito lento, dificilmente haverá alterações significativas no curto prazo.

Ainda assim, a economia nacional dá sinais de recuperação, com alta do PIB no primeiro trimestre, desemprego com ligeira queda, crescimento sazonal da indústria, bom desempenho do setor agropecuário, queda de juros e retomada de vendas de alguns segmentos (como o de automóveis), o que dá um fôlego positivo aos empresários. Entretanto, a FecomercioSP pondera que mesmo com as boas notícias factuais sobre o que ocorreu e vem ocorrendo na economia, os prognósticos pioraram um pouco nas últimas semanas por causa da nova crise política instaurada no meio de maio. De lá para cá, a situação melhorou, mas os resquícios, segundo a Entidade, ainda trazem incertezas. Com isso, a Federação projeta que o ajuste de estoques também tende a andar um pouco para trás ou, no máximo, estabilizar-se, como visto neste mês.

Fonte: Fecomércio-SP


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