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Mercado espera crescimento econômico de 0,5% este ano


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No último relatório Focus divulgado pelo banco Central (19/05), a mediana das expectativas para o IPCA deste ano foi reduzida para 3,92%, menor do que a previsão de 4,04% de quatro semanas passadas. Continuando abaixo do limite superior da meta de inflação e da taxa de 6,29% realizada em 2016. Seguindo esta tendência, outros índices de inflação também tiveram redução em suas estimativas para este ano, como o IGP-DI (1,66%) e o IPC-Fipe (4%). No curto prazo, as projeções dos analistas para o IPCA são de 0,50% para maio e 0,21% para junho deste ano. As cinco insituições que mais acertam - TOP 5 - projetam IPCA de 0,45% e 0,18%, respectivamente, valor próximo ao esperado pelo mercado, entretanto ligeiramente menor. A projeção para o IPCA de 2018 também mostra redução, caindo para 4,34%.

Na última reunião do Copom, a meta da taxa de juros Selic foi reduzida em 1 ponto e alcançou 11,25%. A próxima reunião deste ano será nos dias 30 e 31 de maio, quando o mercado espera um novo corte de mesma intensidade, alcançando 10,25%. Para o resto do ano, a mediana das estimativas da Selic para o fim de 2017 é de 8,5%, ou seja, a previsão é que a meta da Selic continue sendo reduzida e alcance patamar de um dígito. Isso não acontece desde outubro de 2013, quando a taxa final de mês foi de 9,5%. Para 2018, a mediana também é de 8,5%.

A estimativa para o crescimento do PIB deste ano permaneceu em + 0,5%, mostrando uma melhora neste indicador em comparação ao resultado de 2016, uma retração de 3,6%, de acordo com dados do IBGE. Caso realize, será o primeiro resultado positivo após dois anos consecutivos de retração. Para 2018, também se espera um resultado positivo, com avançode 2,5% na economia.

Segundo dados do IBGE, a produção industrial recuou 6,6% em 2016, contra uma queda de 8,3% em 2015 e retração de 3% em 2014, tornando-se o terceiro ano consecutivo da avaliação negativa. No terceiro mês do ano, houve queda de 1,8% contra fevereiro, entretanto na comparação com março de 2017 o resultado foi positivo, com aumento de 1,1%. Para o final de 2017, a projeção é de crescimento de 1,3% para o setor, estimativa inferior ao 1,35% esperado há quatro semanas. Para 2018, a projeção é de 2,5%.

No âmbito externo, o mercado estima um défict de US$ 24,66 bilhões na conta-corrente em 2017, próximo ao défict previsto pelo Banco Central de US$ 30 bilhões. Em relação ao resultado da Balança Comercial deste ano, são esperados US$ 56 bilhões pelo mercado, próximo ao valor de US$ 51 bilhões estimuado pelo Banco Central. Já para 2018, os analistas consultados preveem um valor de US$37,80 bilhões negativos para as transações correntes e US$ 42,97 bilhões positivos correspondentes ao esperado para a balança.

Fonte: Sumário Econômico (CNC)


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