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Setor de serviços impulsiona mercado de trabalho em fevereiro


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Mais da metade das vagas criadas pelo segmento de serviços foram na área de ensino (35.484 empregos formais) (Reprodução/FreePik)

Foram criadas 35.612 novas vagas de emprego formal no mês de fevereiro no País, depois de 22 meses de saldos negativos no mercado de trabalho. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados essa semana pelo Ministério do Trabalho.

Cinco dos oito setores econômicos geraram empregos no mês de fevereiro. O melhor desempenho ficou por conta do setor de serviços, com saldo positivo de 50.613 vagas. Por outro lado, o comércio foi quem teve o maior saldo negativo: foram 21.194 postos de trabalho fechados.

Segundo a assessoria técnica da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), alguns fatores justificam os números: tanto o positivo quanto o negativo.

No caso do comércio, é um segmento que depende muito do consumo. Apesar de as famílias estarem mais confiantes em relação à perspectiva econômica (com a inflação e os juros caindo gradualmente), na prática ainda há muito endividamento e inadimplência. Ou seja, sem o consumidor comprando, não há aumento das vendas, e com isso o empresário do comércio não vê motivos suficientes para aumentar o negócio nem contratar mais funcionários.

Já em relação aos serviços, a assessoria técnica da Federação destaca que mais da metade das vagas criadas pelo setor foram na área de ensino (35.484 empregos formais). Esse movimento pode ser explicado devido às contratações para o início do ano letivo escolar.

De acordo com a avaliação da Entidade, é preciso que o saldo continue positivo por mais alguns meses para consolidar a tendência de avanço no mercado de trabalho brasileiro. O cenário atual se aproxima mais da estagnação, com redução gradativa do fechamento de vagas. A tendência é voltar a ter crescimento apenas no segundo semestre e, principalmente, no último trimestre de 2017, com a contratação de temporários para as vendas de Natal.

Para a assessoria técnica, a redução da inflação e dos juros, que deve ocorrer com maior frequência até o final do ano, pode colaborar para o aquecimento do consumo e a consequente retomada dos investimentos e da criação de vagas.

Fonte: Fecomércio-SP


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