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Índice de Expansão do Comércio tem segunda queda consecutiva em fevereiro


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O ano de 2017 mal começou e já acumula duas quedas consecutivas do Índice de Expansão do Comércio (IEC) - pesquisa realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Em fevereiro, houve retração de 7,9% na comparação com janeiro, passando dos 85,1 pontos para 78,4 pontos no mês. 

Já em relação ao mesmo mês de 2016, quando o índice registrava 67,7 pontos, houve crescimento de 15,8%. Vale ressaltar que o indicador se mantém há mais de dois anos (25 meses) abaixo dos 100 pontos, o que sinaliza pouca disposição dos empresários para expandir seus negócios.  

Segundo a assessoria econômica da FecomercioSP, a sazonalidade explica parte desse movimento já que o primeiro bimestre tende a registrar poucos investimentos ou contratações. Entretanto, o empresário está mais confiante em relação ao mesmo período de 2016 e ratifica as expectativas de que está em gestação um processo de melhoria econômica. Para a Entidade, ainda existem muitos obstáculos a serem transpostos, mas essa consistência de melhoria das perspectivas não foi perdida apenas por momentos pontualmente ruins.  As reformas e ajustes (aprovados ou em vias de aprovação) geram um ambiente mais propício para o efetivo crescimento dos investimentos, pondera a Federação, ao menos no médio prazo. 

O desempenho negativo no mês foi motivado pela queda acentuada da Expectativa para Contratação de Funcionários, que alcançou os 94,8 pontos, retração de 9,6%, na comparação com janeiro. Porém, em relação ao mesmo mês de 2016, houve crescimento de 24,5%. Outro indicador que ajudou a rebaixar o resultado geral do IEC foi o Nível de Investimento das Empresas, que registrou 62 pontos, queda de 5,1% no contraponto mensal e alta de 4,6% na comparação com fevereiro do ano passado. 

Para a Entidade, ao longo de 2016 houve um crescimento maior da propensão a contratar do que a investir, pelo fato de que em termos de capital físico as empresas do varejo ainda não pensam em expansão. Por outro lado, os dados mais recentes do Caged sobre emprego mostram que no varejo, de julho a dezembro houve contratações líquidas após um longo período de demissões no setor. Esse padrão confirma a hipótese da FecomercioSP de que, antes de retomar projetos de ampliação e modernização das empresas, os empresários vão aguardar um pouco mais, para se certificarem que estão pisando em terra firme. Enquanto isso, podem ampliar as vendas e avançar nos negócios apenas contratando um pouco mais. 

Todo início de ano é um momento de esvaziamento do fluxo de consumidores nos grandes centros, pondera a Federação, o que leva a quedas na confiança e na intenção de investir, mas não pode ser considerado uma reversão da tendência gradativa de recuperação, dado que os números ainda se mostram melhores do que no início do ano passado. A partir de abril ou maio, a FecomercioSP acredita ser provável que todos os indicadores de confiança voltem a crescer, inclusive o de intenção de contratação e de investir, com a retomada do ritmo normal da economia, pós-carnaval e pagamento das contas de início de ano.

Fonte: Programa Relaciona


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