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      Consumidor deve usar 13º salário para equilibrar as contas no fim do ano


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      Pesquisa indica que 40% dos brasileiros devem usar o 13º para quitar dívidas

      Os 20% dos paulistanos que não estão conseguindo pagar as dívidas e chegam a esse fim de ano com as contas no vermelho devem se esforçar para equilibrar o orçamento doméstico e começar 2017 com a saúde financeira em dia. Segundo uma pesquisa da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), pouco mais de 40% dos brasileiros usarão o 13º salário para quitar dívidas.

      Essa é a melhor opção de uso do 13º salário na situação de contas em atraso. Atualmente, os juros de todas as modalidades de crédito estão muito elevados, em especial o do cartão de crédito, cuja taxa média é de 475% ao ano. Desse modo, uma dívida não paga se torna uma bola de neve cada vez maior.

      Com 12 milhões de brasileiros desempregados em função da crise econômica, o nível de consumo no País diminuiu e o comércio “parou” de vender. Com isso, a conjuntura, além de ser ruim para o consumidor endividado em razão dos juros elevados, tampouco favorece o empresário do setor, que vê suas vendas em ritmo menor.

      Uma alternativa interessante para o consumidor inadimplente são os feirões de renegociação de dívidas organizados por instituições como o Procon e a Serasa. Nestas ocasiões, é possível conseguir até 80% de desconto sobre o valor da dívida, de acordo com a negociação estabelecida.

      De todo modo, para equilibrar o orçamento também é necessário conter os gastos diante das promoções e ofertas de Natal. O consumidor ainda precisa ficar atento ao planejamento para o início do ano que vem, uma vez que o período traz contas como IPTU, IPVA, matrícula e material escolar, entre outras.

      Ou seja, o 13º deve ser usado para quitar as dívidas e ajudar no pagamento das contas do início de 2017. O que sobrar é o que o consumidor pode gastar com as compras de fim de ano.

      Além de ser bom para si, manter as contas em dia também ajudará o País a voltar a crescer. Sem dívidas, o consumidor tem espaço financeiro para voltar a consumir e, portanto, reanimar a economia brasileira.

      Fonte: Fecomércio-SP


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