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Sucesso na Black Friday inclui divulgação caprichada


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Outra dica para a loja virtual é participar da ação somente se for oferecer descontos de fato, ou seja, pelo menos a partir de 20% (Arte/TUTU)

Por Jamille Niero

Realizada sempre na última sexta-feira do mês de novembro, neste ano a Black Friday cairá no dia 25. A data é conhecida mundialmente como uma ação promocional que oferece grandes descontos em diversos produtos de várias lojas do comércio, incluindo o virtual.

As vendas do comércio eletrônico em geral devem avançar cerca de 30% em relação ao ano passado, com faturamento previsto de R$ 2,1 bilhões somente na sexta-feira (considerando todo o mercado virtual brasileiro), estima o presidente do Conselho de Comércio Eletrônico da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e CEO da Ebit, Pedro Guasti. 

Em 2015, o segmento faturou R$ 1,64 bilhão e registrou crescimento de 38% em relação ao ano anterior, segundo a Ebit. 

Faltando menos de 30 dias para a ocasião, os comerciantes que pretendem participar da celebração já devem estar com boa parte dos preparativos encaminhados. Uma dica importante é somente participar se a loja for oferecer descontos de fato, ou seja, pelo menos a partir de 20%. 

“E não adianta aumentar o preço agora para dar o desconto no mês seguinte, porque hoje em dia existem muitas ferramentas, como o Buscapé, que mostram o histórico de preços dos produtos. Tem que ser transparente porque o Procon poderá punir quem não for honesto e a empresa ficará com má reputação”, aponta Guasti. 

O próximo passo é divulgar que a loja irá participar da ação promocional e informar as condições: quais produtos farão parte (lembrando que não precisa ser todos nem durante o dia inteiro) e quais serão os descontos aplicados. “Uma pesquisa da Ebit aponta que 85% dos clientes querem receber informações sobre as promoções da data. Por isso o empresário pode comunicar no site, por e-mail e nas redes sociais que participará da Black Friday. Se puder, é interessante, por exemplo, fazer contagem regressiva com os descontos nas semanas anteriores”, sugere Guasti. 

Outra dica é aproveitar o período anterior à data para aumentar a base de clientes (que posteriormente serão informados das promoções do dia). “Uma tática é pedir para o usuário que visitou o site se cadastrar em troca de algo, como desconto ou cupom para a primeira compra”, exemplifica Isaac Ezra, CEO da ShopBack, plataforma especializada em reter, reengajar e recapturar usuários que visitam sites ou lojas virtuais. 

Ezra sugere também o uso do retargeting, caracterizado por enviar peças de comunicação ao usuário que visitou algum produto na página, mas não comprou. A ação pode incluir enviar e-mail com promoções e/ou informações sobre o item visualizado (baseado no histórico de navegação). “Se ele entrou no site e viu uma TV, mas não colocou no carrinho – ou colocou e abandonou a compra – a loja virtual pode enviar um e-mail quando a TV entrar em promoção. Isso pode despertar seu interesse para comprar. Dá para fazer algumas regras bem personalizadas para o usuário.” 

Mais opções incluem a permissão para conexão com a página por meio de perfil em mídias sociais (como o Facebook), obtendo algumas informações que ajudam a trabalhar a comunicação com esse cliente na data; e enviar notificações (caixas que aparecem no canto da tela, mesmo depois que o internauta deixou aquela página) com novidades para quem autorizar. 

“A média de quem aceita receber gira em torno de 2%. Se o acesso do site é de mil pessoas por dia, dá para conseguir que pelo menos 20 topem. No final do mês, são cerca de 600 usuários recebendo notificações sobre determinados produtos de seu interesse, uma vez que é possível personalizar”, comenta Ezra.

Contudo, é preciso que essa ação não seja vista como invasiva pelo consumidor. Por isso, o ideal é que seja bem sutil, visando facilitar a vida do internauta – não dá para enviar 10 notificações por dia, por exemplo. 

A ShopBack cresce em média de 20% a 25% por mês com a oferta desses serviços para os lojistas virtuais, e espera que esse índice aumente em outubro e novembro (por causa da Black Friday), mas não divulga estimativa específica.

Fonte: Fecomércio-SP


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