Home

  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner

Faturamento do setor de serviços paulistano atinge R$ 20,9 bilhões em agosto


Amplie a foto

Construção civil, serviços bancários, financeiros e securitários e conservação, limpeza e reparação de bens móveis estão entre as atividades com as maiores quedas no mês (Arte/TUTU)

Em agosto, o setor de serviços em São Paulo faturou R$ 20,9 bilhões, queda de 7,1% na comparação com o mesmo mês de 2015. É a 13ª queda consecutiva nessa base de comparação. Trata-se do menor montante para o mês de agosto desde 2011. No acumulado em 12 meses o recuo foi de 4,0%, a 12ª queda seguida.

Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Setor de Serviços (PCSS), que traz o primeiro indicador mensal de serviços em âmbito municipal, elaborado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) com base nos dados de arrecadação do Imposto sobre Serviços (ISS) do município de São Paulo, fornecidos pela Secretaria Municipal de Finanças e Desenvolvimento Econômico. O município de São Paulo tem grande relevância nos resultados estaduais e nacionais do setor de serviços, representando aproximadamente 20% da receita total gerada no País. 

Das 13 atividades pesquisadas, 10 tiveram queda na comparação com agosto do ano passado. As maiores retrações, com variação negativa de dois dígitos, foram observadas nas atividades de representação (-26,4%), construção civil (-24,6%), serviços bancários, financeiros e securitários (-20,8%), outros serviços (-17,4%), conservação, limpeza e reparação de bens móveis (-15,6%), e, técnico-científico (-15,5%). Juntas, essas seis atividades impactaram negativamente em 6,6 pontos porcentuais (p.p.) para o índice geral.

No sentido oposto, os melhores desempenhos foram vistos nos setores de turismo, hospedagem, eventos e assemelhados (22,8%) e saúde (18,9%). Somadas, as atividades pressionaram positivamente o resultado geral em 2 p.p..

De acordo com a FecomercioSP, as atividades que tiveram resultado negativo foram impactadas, principalmente, pela deterioração do cenário econômico brasileiro. A incerteza na conjuntura econômica e política do País fizeram com que os consumidores e empresários adiassem a contratação de serviços ou até mesmo a realização de possíveis investimentos.

Segundo a Entidade, a crise impactou o setor produtivo como um todo. A indústria foi a primeira, no início de 2014, seguida do varejo, que também passou a registrar resultados negativos e pouco tempo depois, a partir de janeiro de 2015, se estabeleceu no setor de serviços. Para a Federação, uma retomada somente acontecerá à medida que os demais segmentos da economia se recuperarem, dependendo, assim, de indicadores positivos de emprego, renda, crédito, entre outras variáveis determinantes do consumo.

Expectativa
A FecomercioSP avalia que, a partir dos próximos meses, ocorrerá ajustes no desempenho do setor de serviços, desacelerando o ritmo de queda do faturamento real, devido a uma base de comparação fraca. Tal projeção de redução de perda se mostra nos demais indicadores antecedentes da Federação, como os índices de confiança dos consumidores e empresários e intenção de consumo, que se elevaram nos últimos meses.

A Entidade ressalta ainda que somente em 2017, com a convergência da inflação para a meta e o início do ciclo de queda de juros, os números voltarão a crescer. Assim, com uma economia mais equilibrada, o aumento dos investimentos e a geração de emprego e renda, haverá uma recuperação no setor de serviços.

Fonte: Fecomércio-SP


<< Voltar

    (14) 3622-5883 / 3624-5037
    Rua Rolando Damico, 381 - Vila Assis - Jaú - SP

    Imagem