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7 dicas para cortar custos em tempos de crise


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De maneira extrema, a crise afetou 1.783 empresas que pediram falência no Brasil em 2015. Conforme dados do Serasa Experian, isso representa um aumento de 7,3% em relação aos 1.661 pedidos em 2014. Dos 1.783 requerimentos de falência efetuardos em 2015, 1.338 foram de micro e pequenas e médias empresas e 448 de grandes.

Para o especialista em redução de cursos, Fernando Macedo, da consultoria ERA - Expense Reduction Analysts, a solução para a recessão está no corte de gastos das empresas, com ações simples, mas análise minunciosa de contratos e cursos com fornecedores diversos. "Muitos empresários acreditam que para sair da crise, a solução é o aumento das vendas e, se elas não ocorrem, eles não veem alternativas e acabam recorrendo às recuperações judiciais. Mas todas as reduções de custos podem ser revertidas diretamente em lucro", explica Macedo.

O especialista orienta as empresas a diminuir os cursos, mesm que seja em situações específicas e peculiares de cada negócio, como custos com transporte e logística, cozinha industrial e refeitório para colaboradores, combustivel para a frota de automóveis e outros. "Sempre pode haver reduções com um bom planejamento e isso sempre se reverte em aumento do lucro", completa ele.

A seguir, confira sete dicas do consultor para reduzir custos e aumentar o caixa das empresas:

1 - Fornecedores preferidos podem não ter mais os melhores custos: Mas não adianta partir simplesmente para a velha mania de fazer 3 novas cotações de preços. Às vezes, o problema pode estar nas empresas que estão acostumadas a lidar com os mesmos fornecedores. Faça um rodízio entre as pessoas que costumam cotar preços e desconfie caso haja resistência na mudança, pois talvez exista algo a mais por trás das negociações.

2 - Centralize o departamento de compras: É sempre possível reduzir custos com compras cooperadas de todos os departamentos da empresa. As compras picadas frequentemente saem mais cedo.

3 - Reutilização da água: Reduzir custos com a conta de água também é possível sem precisar de altos investimentos. Além de contribuir para não faltar, os cursos podem ter grande redução, com sistemas de reuso e captação de água.

4 - Energia mais barata: Inicialmente é preciso fazer um investimento para a instalação de sensores de presença e céluldas fotoelétricas que liberarão energia somente se alguém estiver naquele ambiente. Mas, a ongo prazo, a economia com a conta de luz é altamente significativa.

5 - Limpeza: Existem fornecedores que fazem uma melhor adequação das necessidades de horários, turnos e pessoal que acabam fazendo uma enorme diferença.

6 - Telecomunicações: São aqueles pacotes promocionais, que incluem planos de minutos, com internet e outros benefícios? Nem sempre eles são mais econômicos dependendo da necessidade da empresa. Muitas vezes, os diretores têm um plano melhor, mas são os vendedores que gastam mais em telefonia e possuem planos inferiores.

7 - Cafezinho: Não é porque é considerado um item de baixo custo, que o cafezinho diário das empresas não tenha que ser reavaliado. Compras de materiais descartáveis apra o café, ao longo do ano, podem pesar no orçamento se não houver um planejamento com fornecedores para cada departamento. Há soluções práticas e simples, como a compra cooperada de outros itens de materiais de escritório, por exemplo.

Fonte: Revista do Sescon-SP 


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