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Faturamento do varejo no mês dos namorados deve cair 5% em São Paulo, aponta FecomercioSP


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Os itens mais atrativos estão no grupo de vestuário, calçados e acessórios, pois tiveram queda de preço ou alta inferior à inflação do período (Arte/TUTU)

O pessimismo com o atual momento econômico deve enfraquecer as vendas do varejo paulista no Dia dos Namorados. É o que sugere um estudo realizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) com base em sondagens anteriores e indicadores antecedentes divulgados até o momento, os quais apontam para uma queda de 5% do faturamento do comércio varejista no Estado em junho, reflexo de vendas mais fracas para a data especial, além de inflação elevada, desemprego, juros altos e pouca disposição para o endividamento. 

A Intenção de Consumo das Famílias paulistanas (ICF) nunca esteve tão baixa e, segundo a FecomercioSP, atingiu 63,5 pontos em maio, o menor valor desde o início da pesquisa, em 2010. Também está baixa a intenção de contrair empréstimos, sendo que, em maio, menos de 7% dos consumidores paulistanos pretendiam obter financiamentos nos três meses seguintes. 

O pessimismo com o atual momento econômico está mais presente no público feminino. De acordo com o Índice de Confiança dos Consumidores (ICC), apurado mensalmente pela FecomercioSP, a confiança delas registrou 89,2 pontos em maio, enquanto a deles ficou em 92,5. Desde abril do ano passado a confiança das mulheres está abaixo dos 100 pontos, na área do pessimismo, portanto. 

Por outro lado, historicamente homens costumam presentear mais. No Dia dos Namorados de 2015, por exemplo, 78,8% disseram que pretendiam presentear suas companheiras, ante apenas 56,5% no caso das mulheres - e essa diferença é observada desde 2011, quando foi realizada a primeira sondagem. 

Presentes mais baratos
Assim como ocorreu no Dia das Mães, os produtos mais baratos devem ganhar a preferência dos namorados, enquanto os mais caros tendem a perder espaço. Os itens mais atrativos estão no grupo de vestuário, calçados e acessórios, pois apresentaram queda de preço ou alta inferior à inflação do período. 

Por conta da alta da cotação do ouro, as joias estão muito mais caras do que no ano passado (+27,72%) e, com isso tendem a perder espaço nas listas de presente para as bijuterias, que caíram 5,88% no período. Os outros produtos cujos preços caíram ou subiram pouco são agasalho masculino (-2,96%), sapato feminino (+0,76%) e tênis (+2,77%). Os preços atrativos devem motivar ainda mais a procura por estes produtos neste ano, que já são desejados como presente por mais de 30% dos entrevistados. 

Os casais mais românticos que gostam de comemorar a data com jantar, cinema e outras atrações terão que desembolsar mais dinheiro neste ano. Segundo dados do Índice de Preços de Serviços (IPS) da FecomercioSP, comer fora de casa em São Paulo está, em média, 10,17% mais caro do que no ano passado (comparação entre abril/15 e abril/14). Mesmo o cinema, um programa mais em conta para quem está com o orçamento apertado, apresentou alta acima da inflação no período (+11,25%). 


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