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Desempenho das vendas online deve superar o do varejo físico no mês das mães, aponta FecomercioSP


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Vendas no comércio eletrônico são impulsionadas pelos avanços tecnológicos e mudanças de comportamento do consumidor
(PixAbay)

Em maio, as vendas no comércio eletrônico devem obter recuo real (já descontada a inflação) de 1% no Estado de São Paulo, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Apesar da queda, o mês das mães deve ser melhor para o varejo online ante o varejo físico, cujo faturamento deve recuar 6% no mesmo período. É o que prevê a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), por meio de seu Conselho de Comércio Eletrônico.  

Para a Entidade, o resultado segue a tendência observada na última edição da Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico, realizada pela Federação em parceria com a E-bit/Buscapé, divulgada em março.  De acordo com os economistas da FecomercioSP, o comércio eletrônico também está sentindo os efeitos da inflação elevada, dos juros altos, escassez de crédito e o aumento do desemprego.  

"Em um ano de incertezas, até o tradicional Dia das Mães deve ser afetado, afinal, a data chega junto com uma série de indicadores econômicos negativos. Mesmo assim, o desempenho das vendas online deve superar o do varejo físico e, no que depender dos consumidores virtuais, as mães não devem ser esquecidas", afirma Pedro Guasti, presidente do Conselho de Comércio Eletrônico da FecomercioSP. 

Na análise da Federação, o e-commerce ainda ganha espaço no total das vendas em maio deste ano, na comparação com 2015, devidos aos avanços tecnológicos e mudanças de comportamento do consumidor. Com a crise, o comércio eletrônico também representa um importante canal de pesquisa de preços e procura de promoções, que tende a ser aproveitado por pais e filhos em busca de presentes que caibam em um orçamento cada vez mais apertado. 

A Entidade estima que no mês das mães a participação do comércio eletrônico no faturamento total do varejo no Estado de São Paulo deve chegar a 3,3% ante os 3,2% em maio de 2015. No mesmo período de 2014 a participação do e-commerce era de 3%.

Presentes online

As vendas online estão concentradas em itens dos setores de bens duráveis (eletrodomésticos e celulares, por exemplo) e semiduráveis (vestuário e calçados), exatamente os mais afetados pela retração da atividade econômica. Apesar disso, as vendas do e-commerce para a data devem se concentrar em itens como perfumaria e cosméticos, roupas, calçados, acessórios e livros.

Fonte: Fecomércio-SP


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