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Páscoa exige cuidados logísticos para qualidade e rapidez nas entregas


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É necessário estudar o que precisa ser melhorado ou alterado no período de pico (Arte TUTU)

Por Deisy de Assis

A demanda por chocolate durante o período de Páscoa impacta o comércio eletrônico e requer maior cuidado nos processos logísticos. Segundo especialistas na área, as garantias da qualidade e da agilidade nas entregas depende de planejamento e reorganização.

“O comerciante deve ter em mente que a logística é parte do marketing nos negócios e, no caso do comércio online, há uma expectativa ainda maior dos consumidores”, diz o professor do curso técnico em Logística do Senac, Edson Dias.

Levando em consideração que um e-commerce já dispõe de infraestrutura para atender à demanda, é necessário estudar pontualmente o que precisa ser melhorado ou alterado para que não se perca agilidade em período de pico, como a Páscoa.

“No caso de chocolate, uma das questões importantes a serem verificadas para preservar a qualidade é a avaliação da adaptação do espaço físico destinado à armazenagem”, afirma Dias.

O professor do MBA em Supply Chain da Universidade Anhembi Morumbi, Ricardo Cerqueira, argumenta que se trata de uma reorganização dos processos. “É preciso que se faça levantamento da demanda prevista, tomando como base os dados do histórico do mercado. Com isso, toda a operação precisa ser testada e ajustada.”

Treinamento

Segundo Dias, os funcionários que farão o manejo precisam receber treinamento para reforçar o padrão dos procedimentos e para as orientações necessárias em caso de novas condutas para o período.

Segundo o especialista, se houve contratação de mão de obra para atender ao aumento no número de pedidos, a capacitação dos colaboradores é ainda mais importante. “Isso evita prejuízos com danos de produtos e atraso nas entregas.”

Transporte

Para a fase de transporte da mercadoria, a necessidade de acionar a frota extra também requer monitoramento atento. Dias alerta que todos os veículos precisam ser adequados para o transporte de produtos sensíveis, com isolamento térmico. “A indicação vale tanto para as empresas que têm frota própria como para as que trabalham com terceirizadas.”

Conforme Cerqueira, da mesma forma, os softwares utilizados para o mapeamento das fases de entrega precisam estar alinhados às possíveis mudanças na frota e à dinâmica sazonal dos armazéns.

Fonte: Fecomércio-SP


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