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Varejo paulista inicia 2016 com 20 mil postos de trabalho a menos


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Entre as nove atividades pesquisadas em janeiro, sete reduziram o estoque de empregos na comparação com o mesmo mês de 2015 (Arte/TUTU)

O comércio varejista no Estado de São Paulo iniciou este ano com mais de 20 mil postos de trabalhos a menos. O número visto em janeiro é também o menor em contratações desde dezembro de 2008. A baixa admissão do mês também ajudou a registrar o menor estoque de funcionários no segmento desde setembro de 2012.

Como o desempenho do mercado de trabalho em janeiro de 2015 foi pior que o registrado em janeiro de 2016, a variação do estoque ativo de trabalhadores neste mês mostrou leve melhora em relação à comparação interanual de dezembro. De qualquer forma, a quantidade de vagas fechadas nos primeiros 31 dias do ano foi a maior dos últimos 12 meses.

Os dados compõem a Pesquisa de Emprego no Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PESP), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) com base nos dados do Ministério do Trabalho e Emprego, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e o impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores no Estado de São Paulo, calculado com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Entre as nove atividades pesquisadas em janeiro, sete apresentaram diminuição no estoque de empregos na comparação com o mesmo mês de 2015. 

Confira abaixo os números do mês do mercado de trabalho no varejo paulista:

Fonte: Fecomércio-SP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Varejo na região de Bauru encerra 516 empregos formais em janeiro

São Paulo, 23 de março de 2016 – Em janeiro, o comércio varejista na região de Bauru fechou 516 postos de trabalho, resultado de 2.411 admissões contra 2.927 desligamentos. Em 12 meses foram eliminados 2.874 empregos com carteira assinada, o que representa um recuo de 3,7% do estoque total, que atingiu 75.431 trabalhadores formais, o pior desempenho do Estado de São Paulo.

As informações são da Pesquisa de Emprego no Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PESP), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), elaborada com base nos dados do Ministério do Trabalho e Emprego, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e o impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores no Estado de São Paulo, obtido com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Das nove atividades analisadas, oito apontaram retração no estoque de empregados em janeiro na comparação com o mesmo período do ano anterior. Os recuos mais significativos ficaram por conta dos setores de lojas de eletrodomésticos e eletrônicos e lojas de departamento (-8,2%) e de lojas de vestuário, tecidos e calçados (-7,2%). Apenas o segmento de farmácias e perfumarias (1,3%) apresentou variação positiva no período.

Desempenho estadual

O comércio varejista no Estado de São Paulo iniciou este ano com 20.076 postos de trabalhos a menos, resultado de 65.672 admissões e 85.748 desligamentos em janeiro. O número de contratações foi o menor desde dezembro de 2008, quando foram admitidas 64.472 pessoas. A baixa admissão do mês também ajudou a registrar o menor estoque de funcionários no segmento desde setembro de 2012, com o total de 2.109.953 empregados.                          

Como o desempenho do mercado de trabalho em janeiro de 2015 foi pior que o registrado em janeiro de 2016, a variação do estoque ativo de trabalhadores neste mês mostrou leve melhora em relação à comparação interanual de dezembro. Isto é, a taxa de retração do estoque passou de -2,8% para -2,5%. De qualquer forma, a quantidade de vagas fechadas nos primeiros 31 dias do ano foi a maior dos últimos 12 meses.

Entre as nove atividades pesquisadas em janeiro, sete apresentaram diminuição no estoque de empregos na comparação com o mesmo mês de 2015. Os setores de concessionárias de veículos (-8,4%) e de lojas de eletrodomésticos e eletrônicos e lojas de departamento (-6,7%) foram os que apontaram quedas mais acentuadas. No sentido contrário, os únicos segmentos que registraram elevação nos estoques de funcionários foram os de farmácias e perfumarias (2,7%) e de supermercados (1,3%).

De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, o resultado negativo do mercado de trabalho em janeiro demonstra que ainda há espaço para novas demissões, já que os desligamentos mensais se mantêm, porém, as admissões recuaram pelo segundo mês seguido. Isso indica que os empresários não vislumbram, a curto prazo, um melhor cenário de vendas e, por isso, não contratam e continuam demitindo.

Em relação aos dados por ocupações, as funções que mais perderam vagas foram de vendedores e demonstradores, com -9.271 postos de trabalho. Em seguida, estão os postos de caixas dos estabelecimentos, que viram seu mercado reduzir em 3.284 vagas. São 1.605 vagas a menos para escriturários contábeis e de finanças. Merece destaque também o fato que, em janeiro, 7,1% das mais de 20 mil vagas perdidas no varejo eram ocupadas por diretores, gerentes e supervisores nas empresas.

A Entidade reforça que o saldo negativo observado no mês não resulta apenas do desligamento dos temporários contratados para o fim do ano, pois o saldo positivo de novembro de 2015 (+13.682 vagas) foi praticamente dizimado em dezembro (-12.181 vagas) e, portanto, a extinção de mais de 20 mil empregos aponta uma continuidade do aprofundamento do processo recessivo no mercado de trabalho formal do comércio varejista paulista.

Nota metodológica

A Pesquisa de Emprego no Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PESP) analisa o nível de emprego do comércio varejista. O campo de atuação está estratificado em 16 regiões do Estado de São Paulo e nove atividades do varejo: autopeças e acessórios; concessionárias de veículos; farmácias e perfumarias; lojas de eletrodomésticos e eletrônicos e lojas de departamento; matérias de construção; lojas de móveis e decoração; lojas de vestuário, tecido e calçados; supermercado e outras atividades. As informações são extraídas dos registros do Ministério do Trabalho e Emprego, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e o impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores no Estado de São Paulo, com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).


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