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Comportamento do consumidor pressiona o varejo


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SÓ O NECESSÁRIO Com desemprego em alta e crédito cada vez mais escasso, o consumidor brasileiro tem evitado fazer dívidas e está concentrando suas compras em itens básicos e indispensáveis à sobrevivência. Foi o que mostrou, ontem, a última pesquisa da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP). Em outubro, as vendas do setor no estado registraram queda de 10,2%, pressionadas pelos segmentos de vestuário, móveis e decoração, veículos e eletroeletrônicos. O novo padrão de consumo já se reflete

no resultado das maiores varejistas do país. Segundo o economista Altamiro Carvalho, da Fecomércio-SP, as famílias se concentram nos produtos de primeira necessidade nos momentos de crise. “Houve, em 2015, queda real do rendimento. Isso é um obstáculo para o consumo de bem durável”, explica o especialista. O presidente do instituto Data Popular, Renato Meirelles, afirma que a base da pirâmide está fazendo de tudo para economizar. “Diante da instabilidade econômica, a classe C tem feito um ajuste fiscal doméstico,

que é basicamente aumentar receita, reduzir despesas e não gastar mais do que ganha”. O receio das famílias em consumir bens de maior valor, que costumam ser comprados a prestação, está refletido no balanço das grandes companhias. Segundo os dados da Fecomércio, a venda de eletrodomésticos caiu 16,3% no acumulado de janeiro e outubro do ano passado. E, por enquanto, não há sinais de recuperação no horizonte. O varejo de confecções acumulou queda de 11,7% nas vendas de janeiro até outubro de 2015.

Fonte: Correio da Bahia (veiuclado em 13/01/16)


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