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Vendas do varejo no Natal caem 6,4%, maior retração desde 2003


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Na contramão, o comércio on-line aponta alta de 26% nas vendas, mas segmento representa só 2% das vendas totais

Apesar dos esforços do comércio para liquidar seus estoques, as vendas não reagiram e o Natal de 2015 ficou marcado como o pior dos últimos anos, na avaliação de entidades do setor.

Segundo o indicador da Serasa Experian, na semana de 18 a 24 de dezembro, as vendas do varejo caíram 6,4% no país em termos reais - já descontada a inflação - sobre o mesmo período de 2014.

"Foi o pior desempenho do varejo para vendas de Natal desde a criação do indicador, em 2003", afirma a Serasa Experian. Seus economistas atribuem o resultado à inflação e ao desemprego em alta, ao crediário e à queda da renda real e dos níveis de confiança do consumidor.

O Natal de 2014 já havia registrado recuo, porém menos profundo, de 1,7%. Todas as variações anteriores foram positivas na série histórica.

No Brás, as vendas ficaram entre 1% e 2% mais baixas, segundo a Alobrás, a associação que reúne os lojistas do bairro de comércio popular. Para o conselheiro-executivo da entidade, Jean Makdissi Jr., foi o pior Natal da década. "O Brás volta a atrair uma clientela que migrou para os shoppings nos anos de crescimento de renda. Mas, mesmo assim, eles optaram por comprar lembranças."

Na mesma linha, a Fecomércio-SP estimou perda de R$ 8,7 bilhões nas vendas deste Natal, com base em dados da Boa Vista SCPC.

Conforme as projeções da entidade, o varejo ampliado, que abrange os setores de veículos e material de construção, deve ter em dezembro um resultado 12% inferor ao do mesmo mÇes de 2014.

O indicador calculado pela SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) também aponta queda nas vendas a prazo, de 15,84%, na semana que antecedeu o Natal.


ON-LINE EM ALTA

Na contramão, as vendas de Natal e Black Friday no varejo on-line subiram 26% ante igual período de 2014, segundo a empresa E-bit/Buscapé. É preciso ressaltar, no entanto, que a base é menor e muitos consumidores ainda realizam suas primeiras compras pela internet.

O avanço é incapaz de compensar o resultado das vendas físicas porque o comércio on-line ainda representa parcela ínfima, em torno de 2% das vendas totais, segundo Fábio Pina, assessor econômico da Fecomércio-SP

Fonte: Folha de São Paulo (29/12/15)


 



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