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Comércio paulista volta a eliminar postos de trabalho em setembro


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No acumulado do ano, o setor de lojas de vestuário, tecidos e calçados é o que tem o maior saldo negativo (-26.832 vagas) (Arte/TUTU)

O comércio varejista do Estado de São Paulo teve mais trabalhadores desligados do que admitidos em setembro, segundo dados da pesquisa realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com base nos dados do Ministério do Trabalho e Emprego.

Segundo a assessoria econômica da Federação, o cenário do emprego no varejo continua se agravando e, desde maio, o estoque de trabalhadores está abaixo da quantidade verificada nos mesmos meses do ano anterior.

Das nove atividades analisadas na pesquisa, sete registraram eliminação de vagas em setembro em relação ao mesmo mês do ano anterior.

A assessoria econômica aponta que o desempenho do mercado de trabalho no varejo paulista é reflexo direto da retração no consumo das famílias e do aumento dos custos operacionais para os empresários. A expectativa é que o cenário não se altere a curto prazo, e os próximos dois meses devem registrar saldo positivo por causa das contratações temporárias de fim de ano. Ainda assim, os resultados devem ser inferiores aos observados no fim de 2014.

Veja, no infográfico a seguir, os destaques regionais e por atividade apontados pela pesquisa:

Varejo da região de Bauru elimina 564 vagas formais em setembro

São Paulo, 08 de dezembro de 2015 – Em setembro, o saldo de empregos formais do varejo da região de Bauru ficou negativo e eliminou 564 vagas, resultado de 2.562 admissões contra 3.126 desligamentos. Com isso, o estoque de empregados formais totalizou 75.887 – recuo de 2,3% em relação ao mesmo período de 2014. No acumulado do ano, houve queda de 3,8% e já foram encerradas 2.981 vagas.

As informações são da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), elaboradas com base nos dados do Ministério do Trabalho e Emprego, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e o impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores no estado de São Paulo, obtido com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Dos nove segmentos analisados, sete registraram queda no estoque  de empregos com carteira assinada em relação a setembro de 2014, sendo os maiores recuos vistos em concessionárias de veículos (-8,1%) e lojas de vestuários, tecidos e calçados (-6,1%). 

Em contrapartida, o setor de farmácias e perfumarias apresentou alta de 1,5% no estoque de trabalhadores no mesmo período, enquanto o setor de supermercados manteve-se estável. 

Desempenho estadual
Após o saldo positivo de agosto, o comércio varejista do Estado de São Paulo voltou a eliminar postos de trabalho em setembro. No mês, foram encerradas 7.968 vagas, em razão de 76.362 admissões contra 84.330 desligamentos, o que resultou em um estoque formal de 2.129.622 empregados – valor 0,4% inferior ao registrado no mês anterior. Nos primeiros nove meses do ano, foram fechados 60.848 postos de trabalho no varejo paulista. Em relação a setembro do ano passado, são 38.038 empregos a menos, levando a uma retração de 1,8% no estoque de empregados formais nessa base de comparação.
    
Segundo a assessoria econômica da Federação, o cenário do emprego no varejo continua se agravando e, desde maio, o estoque de trabalhadores está abaixo da quantidade verificada nos mesmos meses do ano anterior. Em agosto, a queda interanual era de 1,3% e, em setembro, acelerou para -1,8%. Outro agravante foi o número de trabalhadores admitidos no mês (76.362), o menor desde abril de 2009. 

Das nove atividades analisadas pela FecomercioSP, sete registraram eliminação de vagas em setembro em relação ao mesmo mês do ano anterior, sendo que as quedas mais expressivas da ocupação formal, mais uma vez, foram observadas nos segmentos de concessionárias de veículos (-7,5%) e de lojas de eletrodomésticos e eletrônicos e lojas de departamentos (-5%).

Apenas os setores de farmácias e perfumarias e de supermercados, que ainda registram crescimento das vendas, apresentaram aumento no montante de empregados em relação a setembro do ano passado (2,7% e 1,3%, respectivamente).
 
A assessoria econômica da FecomercioSP aponta que o desempenho do mercado de trabalho no varejo paulista é reflexo direto da retração no consumo das famílias e aumento dos custos operacionais para os empresários. A expectativa é que o cenário não se altere a curto prazo, e os próximos dois meses devam registrar saldo positivo por causa das contratações temporárias do fim de ano. Ainda assim, os resultados devem ser inferiores aos observados no fim de 2014.

Nota metodológica
A pesquisa analisa o nível de emprego do comércio varejista. O campo de atuação está estratificado em 16 regiões do Estado de São Paulo e nove atividades do varejo: autopeças e acessórios; concessionárias de veículos; farmácias e perfumarias; lojas de eletrodomésticos e eletrônicos e lojas de departamento; materiais de construção; lojas de móveis e decoração; lojas de vestuário, tecido e calçados; supermercados; e outras atividades. As informações são extraídas dos registros do Ministério do Trabalho e Emprego, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e o impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores no Estado de São Paulo, com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Fonte: Fecomércio-SP


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