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Infográfico mostra desempenho das vendas do varejo em julho


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Para a FecomercioSP, o resultado estadual reforça o mau momento que o varejo paulista enfrenta
(Arte/TUTU)

O faturamento real do comércio varejista do Estado de São Paulo caiu 6,3% em julho, totalizando R$ 42,8 bilhões. O resultado é R$ 2,8 bilhões menor do que o alcançado em igual mês do ano passado, de acordo com a Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV), realizada mensalmente pela FecomercioSP com base em informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz).

Para a assessoria econômica da FecomercioSP, o resultado estadual mostra que o ciclo recessivo que o varejo enfrenta está se agravando, além da crescente preocupação das famílias com o consumo de bens que impliquem a ampliação do endividamento.

Confira, no infográfico abaixo, os destaques positivos e negativos do setor por atividade e região:


































































Veja a seguir o desempenho do varejo em cada uma das 16 regiões pesquisadas:

Setor de Concessionárias de veículos recua 16,7% em julho e contribui para resultado negativo do varejo da região de Bauru

São Paulo, 03 de novembro de 2015 – As vendas do comércio varejista da região de Bauru registraram queda de 5% em julho, em relação ao mesmo mês de 2014. Com isso, o faturamento real foi de R$ 1,3 bilhão . Já nos primeiros sete meses do ano, o recuo foi de 5,8%.

Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com base em informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz).

Dos nove segmentos analisados, cinco apresentaram queda em julho, na comparação com o mesmo período do ano passado, dos quais os destaques foram: Concessionárias de veículos (-16,7%), que colaborou com -2,4 pontos porcentuais no resultado geral e Lojas de eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos (-17%), com impacto negativo de 1,1 p.p.

Por outro lado, registraram resultados positivos as atividades: Autopeças e acessórios (6,8%) e Supermercados (3,7%), com contribuições de 0,2 p.p e 1,3 p.p. no resultado geral.

Desempenho estadual
Em julho, o faturamento real do comércio varejista do Estado de São Paulo registrou queda expressiva de 6,3% em relação ao mesmo mês de 2014 e atingiu o montante de R$ 42,8 bilhões. O resultado ficou R$ 2,8 bilhões abaixo do alcançado em igual mês do ano passado. É a quarta queda consecutiva nessa mesma base de comparação. No acumulado do ano, as vendas do varejo paulista recuaram 4,1%, o que representa R$ 60 bilhões a menos na comparação com o mesmo período de 2014.

Segundo a Entidade, nenhuma das 16 regiões do estado conseguiu evitar o declínio das vendas. Assim como observado no  mês anterior, o mau desempenho foi obtido mesmo diante de base comparativa fraca do ano passado – junho e julho, quando foi realizada a Copa do Mundo, meses que contaram com menos dias úteis por conta dos feriados e folgas concedidos. 

Entre as nove atividades pesquisadas, seis apresentaram queda acima de dois dígitos em julho. Os destaques negativos ficaram por conta dos segmentos: Eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos (-15,5%), que influenciou o resultado geral com -1,3 ponto porcentual; Materiais de construção (-15,3%), com -1,2 p.p. de contribuição; e Concessionárias de veículos (-13,5%), com colaboração de -1,8 p.p. 

Apenas os setores ligados a produtos essenciais apresentaram crescimento nas vendas: Supermercados (4,1%) e Farmácias e perfumarias (1,9%), que, somados, contribuíram em apenas 1,3 p.p. e não evitaram o recuo do resultado geral.

Expectativa
De acordo com a FecomercioSP, os resultados de julho mostram o agravamento do cenário do comércio, diretamente afetado pela deterioração dos indicadores de renda e emprego. Com isso, a Entidade acredita que a retomada das vendas permanece distante. 

As projeções apontam que os resultados das vendas de agosto voltarão a cair, provavelmente em torno de 6% ante o mesmo mês de 2014.  No ano, a Federação prevê um recuo de 7% nas vendas em comparação com o ano passado, o que representará o pior desempenho registrado desde que a pesquisa foi iniciada. 

Nota metodológica
A Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV) utiliza dados da receita mensal informados pelas empresas varejistas ao governo paulista por meio de um convênio de cooperação técnica firmado entre a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

As informações, segmentadas em 16 Delegacias Regionais Tributárias da Secretaria, englobam todos os municípios paulistas e nove setores (autopeças e acessórios; concessionárias de veículos; farmácias e perfumarias; lojas de eletrodomésticos e eletrônicos e lojas de departamentos; lojas de móveis e decoração; lojas de vestuário, tecidos e calçados; materiais de construção; supermercados; e outras atividades).

Os dados brutos são tratados tecnicamente de forma a se apurar o valor real das vendas em cada atividade e o seu volume total em cada região. Após a consolidação dessas informações, são obtidos os resultados de desempenho de todo o Estado.

Fonte: Fecomércio-SP


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