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Após dez quedas consecutivas, índice que mede expansão dos negócios fica estável em outubro


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Apensar da estabilidade mensal, o cenário do comércio permanece crítico
(Arte/TUTU)

Em patamares muito baixos, o Índice de Expansão do Comércio (IEC) se manteve estável em outubro, com 66,8 pontos, o mesmo resultado verificado em setembro e o menor da série histórica, iniciada em 2011. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a queda foi de 35,9%. A pesquisa é realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

De acordo com os economistas da Entidade, essa porcentagem representa a maior queda anual já registrada pelo indicador e mostra que o cenário do comércio permanece crítico e que a disposição dos empresários da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) para investir e contratar se mantém baixa.

Os subíndices que medem a Expectativa para Contratação de Funcionários e o Nível de Investimentos das Empresas também apresentaram estabilidade em outubro. Das 600 empresas entrevistadas, 68,7% afirmaram que pretendem reduzir o quadro profissional nos próximos meses. Com relação à expansão dos negócios, o que inclui a aquisição de máquinas e novas instalações, 75,6% disseram que estão investindo menos do que em 2014.

A estabilidade observada, segundo os economistas, não significa um quadro de melhora. No máximo, um sinal de que está se formando um processo de consolidação dos atuais níveis de confiança e de desempenho.

Ainda sob esta avaliação, a assessoria econômica reforça a situação ruim do indicador, mantendo-se abaixo dos 100 pontos desde fevereiro e abaixo dos 70 nos últimos três meses.

A falta de incentivo para novas contratações e investimentos por parte dos empresários paulistas está evidenciado na redução de vagas de trabalho, desde o início do ano, e na previsão de que o cenário ainda poderá se agravar, por exemplo, com o crescimento de pontos comerciais que estão encerrando suas atividades.

Em vista desse panorama, a Federação acredita que não será possível, por enquanto, gerar expectativas otimistas a curto prazo. Em uma visão geral, sob uma análise política econômica, a FecomercioSP acredita que sem uma melhora na coordenação política, não há como sinalizar uma recuperação. Soma-se a esse diagnóstico a previsão de queda de quase 3% do PIB e a possibilidade de o dólar terminar o ano de 2015 acima de R$ 4,00.

 

Fonte: Fecomércio-SP


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