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Ajustes ainda são insuficientes contra crise econômica


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(Foto: Pixabay/Public Domain)

A divulgação do resultado do PIB brasileiro do primeiro trimestre confirmou a gravidade dos efeitos dos desajustes internos dos principais fundamentos econômicos. O país amarga retração de 0,2% de janeiro a março na comparação com o último trimestre de 2014.

O governo enfrenta a crise com ajustes ainda insuficientes. Além da lentidão em conseguir aprovar os ajustes junto ao Congresso, a elevação de alguns impostos está na contramão do objetivo de restauração da confiança dos empresários e investidores que, com tal sinalização, acabam por projetar um cenário futuro de novos aumentos de sua carga tributária.

Outro ponto importante é que o Brasil passa por uma crise de credibilidade. Para a retomada dos investimentos, é crucial que o governo apresente uma política econômica clara e articulada, com marco regulatório melhor definido. Esta é a única forma para que os investidores sintam segurança para aportar recursos no País, principalmente em infraestrutura, dado que esses contratos de concessão vigoram por décadas. Por enquanto, há muita desconfiança sobre os rumos da economia e da política, inclusive no curto prazo, o que tira a previsibilidade necessária dos agentes econômicos.

A aposta de retração do PIB para o trimestre já era unânime, entretanto, a rapidez e a profundidade da queda são preocupantes. A taxa de 12 meses que, em dezembro, terminou positiva em 0,1%, caiu para 0,9% no primeiro trimestre. Além disso, a inflação acumulada no primeiro trimestre foi de 3,8%.

O dado negativo do primeiro trimestre é só uma prévia do que virá no período seguinte, pois o “fundo do poço” ainda não chegou, principalmente, em relação aos aumentos expressivos esperados nas taxas de desemprego. Os indicadores antecedentes já apontam para um segundo trimestre ainda pior. Perto do encerramento do semestre, nada de significante foi feito para mudar o atual cenário. Entre tentativas e negociações, quem mais sofre é o contribuinte, que vê sua renda derreter e se sente impotente para manter suas condições econômicas.

Fonte: Fecomércio-SP


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