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Dia dos Namorados deve movimentar R$ 250 milhões em São Paulo


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Assim como na Páscoa e no Dia das Mães, itens mais caros devem perder espaço para os mais em conta (Arte/TUTU)

Tudo indica que o Dia dos Namorados deverá ser mais fraco para o comércio paulistano em 2015. Segundo estudo da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e da Boa Vista SCPC, a data movimentará cerca de R$ 250 milhões na capital paulista. Em 2014, a estimativa é que os gastos com presentes para a ocasião somaram cerca de R$ 265 milhões – valor que representou por volta de 3% do faturamento de junho do ano passado. 

Neste ano, o consumidor deverá optar por itens mais baratos para presentear. A previsão é baseada em sondagens e datas comemorativas anteriores, como a Páscoa e o Dia das Mães que, de acordo com dados da Boa Vista SCPC, registraram queda de 0,3% e 1,2%, respectivamente, em relação a 2014. Há ainda os principais indicadores antecedentes do consumo – como o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) e o Índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) - que seguem em queda. Além de menos confiantes e cautelosos, segundo dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência dos Consumidores (PEIC), os consumidores também estão cada vez mais endividados. 

Assim como no Dia das Mães, itens mais caros devem perder espaço para os mais em conta, levando a uma queda no valor médio do presente – no Dia das Mães, segundo sondagem da Entidade, a queda foi de R$ 65 em 2014 para R$ 57 em 2015; no Dia dos Namorados do ano passado, o valor médio do presente ficou em R$ 65.

Segundo o cenário traçado pelas duas Entidades, em São Paulo, 76,2% dos entrevistados com mais de 19 anos namoram, são casados ou mantêm algum tipo de relacionamento. Desse número, 75,2% deles têm a pretensão de presentear seus cônjuges. A estimativa mostra também que 58,8% das mulheres pesquisadas, com mais de 19 anos têm o mesmo perfil, entre as quais 60,8% irão presentear seus parceiros.

Segundo o ICC da FecomercioSP, as mulheres estão mais pessimistas do que os homens em relação à economia. Por sua vez, os homens costumam presentear (e gastar) mais. 

Itens preferidos 
Vestuário, calçados e acessórios costumam ser os itens preferidos pelos. A boa notícia para o consumidor é que apesar de estarem mais caros neste ano – roupas masculinas (+ 4,3%), roupas femininas (+ 1,4%), sapato masculino (+ 2,1%) e sapato feminino (+ 6,3%) – a alta foi abaixo da inflação. Além disso, o fraco desempenho do setor tem incentivado promoções. Os preços de cinema, com alta de 4,9%, e hotel, com alta de 0,9%, também registram aumento inferior à inflação, assim como joias (+ 6,3%) e flores (+ 6,8%).

Já perfumes, em segundo lugar na lista de preferências, estão mais caros (+4,6%) por causa da alta do dólar e do aumento do IPI para os atacadistas de cosméticos.


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