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Queda do PIB trimestral confirma a fragilidade da economia brasileira e a necessidade de ajustes, aponta FecomercioSP


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PIB encolhe 0,2% no primeiro trimestre de 2015 (Foto: Creative Commons)

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) avalia a retração de 0,2% do PIB brasileiro no primeiro trimestre como a confirmação da fragilidade da economia brasileira. O resultado também reforça a preocupação quanto à gravidade dos efeitos dos desequilíbrios macroeconômicos internos e a relutância e demora para a tomada de medidas de ajustes necessárias. Apesar da queda do PIB para o trimestre ter sido prevista pelos especialistas, a rapidez e a profundidade são preocupantes.

O investimento em relação ao PIB sofreu queda e passou de 20,3% no mesmo trimestre de 2014 para 19,7% neste primeiro trimestre. A poupança também sofreu recuo de 17% para 16% do PIB na comparação entre os mesmos períodos. Para a Federação, esse resultado ilustra a desconfiança do investidor no País e a apatia do governo para estimular de forma correta (mediante reformas, busca de eficiência e redução de burocracia, entraves e insegurança jurídica) o setor produtivo, que é o que mais emprega e gera renda.

Ainda sob a ótima da demanda, o consumo das famílias foi outro destaque negativo e recuou 1,5% em relação ao trimestre anterior. 

Na avaliação da FecomercioSP, o governo está enfrentando a crise com ajustes ainda insuficientes, o que pode agravar ainda mais o cenário negativo. Além da lentidão em conseguir aprovar os ajustes no Congresso, a elevação de alguns impostos vai na contramão do objetivo de restauração da confiança de empresários e investidores que, com tal sinalização, acabam por projetar um cenário futuro de novos aumentos de sua carga tributária.

Para a Entidade, o Brasil passa por uma crise de credibilidade e, para uma retomada de investimentos - fundamental para recuperar a economia -, é crucial que o governo sinalize uma política econômica de longo prazo clara e articulada, com marco regulatório mais bem definido.

A Federação afirma que o fundo do poço ainda não chegou, principalmente por causa dos aumentos expressivos esperados da taxa de desemprego, e que este resultado é só uma prévia da queda que virá no período seguinte. Para o ano, a expectativa é que o PIB registre queda entre 1% e 1,5%.

Fonte: Fecomércio-SP


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