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Faturamento do comércio varejista paulista cai 5,7% em fevereiro e completa 12 meses consecutivos de retração


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A queda no faturamento do comércio varejista paulista continua e completa 12 meses consecutivos de resultados negativos. Em fevereiro, a retração foi de 5,7% na comparação com o mesmo período de 2014 e a receita mensal atingiu R$ 38,5 bilhões. 

Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) a partir de informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz). 

De acordo com a assessoria econômica da Federação, a movimentação negativa do comércio varejista confirma que a instabilidade de variáveis de maior abrangência - como renda, emprego, inflação e crédito - têm impactado diretamente na confiança de consumidores e empresários, prorrogando as expectativas de normalização do consumo.

Das nove atividades pesquisadas, oito apresentaram queda e quatro tiveram baixas expressivas de dois dígitos em comparação a fevereiro de 2014: concessionárias de veículos (-20,8%); lojas de móveis e decoração (-18%); lojas de vestuário, tecidos e calçados (-13,8%); e autopeças e acessórios (-11,6%), que juntas, representam 4,4 pontos percentuais da queda geral de 5,7% apurada no varejo total. O crescimento de 0,4% do segmento de outras atividades, o único a registrar alta, atenuou a queda no resultado geral em 0,1 ponto percentual. 

Ainda segundo avaliação da Entidade, o forte recuo apresentado nas vendas de vestuário, tecidos e calçados aponta que o esforço do comércio varejista em recuperar a receita por meio de liquidações e promoções não causou efeito positivo. O fraco movimento do setor de supermercados (-0,1%) também causa apreensão, uma vez que o setor (que possui maior peso relativo no varejo e que há quatro meses apresenta uma estagnação no faturamento real) denota reflexo de fragilidade dos indicadores de renda e de emprego neste início de ano. 

Expectativa

Com os resultados de fevereiro, estimativas da assessoria econômica da FecomercioSP apontam uma improvável possibilidade de recomposição da confiança dos agentes econômicos a curto prazo, e a queda semestral pode ser ainda mais acentuada e passar de 1% para -4%. Com esse cenário de agravamento do clima econômico e também do ambiente político, o comprometimento das vendas varejistas aponta para uma retração de até 5% ao longo de 2015.

Fonte: Fecomércio-SP


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