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Faturamento do comércio varejista do Estado de SP cai 5,4% em janeiro


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Dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV) realizada mensalmente pela FecomercioSP (Arte/Tutu)

Os estabelecimentos comerciais do Estado de São Paulo começaram 2015 com queda no faturamento. Em janeiro, a retração foi de 5,4% na comparação com o mesmo período em 2014. A receita mensal de vendas alcançou R$ 41,8 bilhões, cerca de R$ 2,4 bilhões abaixo do resultado registrado em janeiro do ano passado.

Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) segundo informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz).

Para a assessoria econômica da Entidade, os dados da movimentação do comércio paulista além de confirmarem as estimativas de permanência do ciclo negativo de vendas que marcou o ano passado, apontam para o agravamento dessa tendência. Com exceção feita ao setor de supermercados - que apresentou alta de 1,1% - a queda foi generalizada e ocorreu em oito das nove atividades pesquisadas, indicando que a retração nas vendas tende a permanecer ao longo do ano e que os índices podem apresentar níveis ainda mais baixos.

Os setores que lideram os resultados negativos são as lojas de móveis e decoração (-19,9%); concessionárias de veículos (-18,2%); lojas de vestuário, tecidos e calçados (-14,5%) e materiais de construção (-10,0%). As somas desses números respondem por 4,9 pontos porcentuais da queda total de 5,4%.

De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, o recuo significativo do setor de vestuário mostra que os tradicionais períodos festivos, que incluem promoções e liquidações pós-Natal, não surtiram efeito positivo este ano, o que denota a preocupação dos consumidores sobre seus gastos.

Perspectivas para 2015
A aceleração da inflação, o desaquecimento generalizado das atividades, o aumento dos juros, a piora nos indicadores de emprego e renda, somados à instabilidade política, devem manter baixa a confiança dos consumidores e, consequentemente, comprometer o desempenho do varejo paulista, que, segundo estimativas da FecomercioSP, deve registrar queda de 1% das vendas no primeiro semestre e de 2% em 2015.

Mudança na metodologia
Desde janeiro de 2015, a Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo deixa de apresentar os dados isolados da atividade de Lojas de Departamentos, que passam a ser incorporados na atividade denominada Eletrodomésticos, eletrônicos e LD. Os dados anteriores de toda a série das Lojas de eletrodomésticos e eletrônicos foram emparelhados dentro dessa nova metodologia, incorporando a série de Lojas de Departamentos (LD), a fim de permitir as comparações temporais e a preservação dos valores totais das vendas varejistas.

A mudança foi necessária para preservar as normas que definem o sigilo fiscal das empresas. No setor das Lojas de Departamentos o conjunto de unidades, em algumas regiões, não consegue atingir o número mínimo de estabelecimentos necessário determinado por essas normas seguidas pela Sefaz, fornecedora das informações primárias para a PCCV.

Fonte: Fecomércio-SP


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