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Aproximação da volta às aulas já apresenta movimento no comércio


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A compra de materiais escolares para o retorno das aulas em fevereiro, já provoca movimentação intensa nas lojas especializadas de Criciúma. Conforme a gerente de um centro comercial Maria Aparecida Patrício, é importante que os pais não deixem para comprar na última semana.

“O início desta semana já começou bem mais agitado que semana passada e a tendência é aumentar cada vez mais o fluxo de consumidores na loja. Na última semana muitos produtos já acabaram, por isso quanto mais cedo a compra é realizada, melhor”, orientou.

Para a vendedora Neli Ullmann Miranda, antecipar as comprar é importante para garantir bons produtos e evitar transtornos. “Perto das aulas o atendimento fica mais complicado e na pressa não há tempo de analisar os valores e diferenças de produtos”, acrescentou. Neli fez compras para o filho de quatro anos e para filha de 11. “A lista de materiais das crianças menores são sempre maiores e por isso mais cara”, acrescentou.

Sobre os preços dos produtos, a gerente da loja conta que não houve alteração de um ano para o outro. Entretanto, nos materiais importados o acréscimo foi de 5%. “Cadernos de personagens e produtos de marcas conhecidas, tanto nacionais quanto internacionais, sofreram esta alteração”, disse Maria.

Lista irregular – A importância da antecipação das compras também vale para uma melhor análise daquilo que é solicitado. De acordo com o coordenador do Procon de Criciúma, Duda Manenti, ainda está em vigor as normas que proíbem a solicitação de materiais de uso coletivo na lista de materiais.

“Só pode ser solicitado materiais de uso individual. Produtos de uso comum, como os de limpeza, não podem ser mencionados para compra”, explicou. O coordenador ainda mencionou que especificações de marcas também são proibidas.

“Caso alguma família se depare com este tipo de situação, ela deve procurar o Procon para fazer uma denúncia”. Em 2014, o Procon de Criciúma registrou cinco denúncias do gênero.

A reportagem do Portal Engeplus analisou algumas listas da região e encontrou diversos itens considerados proíbidos, assim como especificação de marca. 

Pesquisa de preço – Para aqueles que pretendem economizar com as compras, pesquisar os preços é outra orientação do Procon. Na pesquisa realizada pelo órgão, os produtos chegaram a apresentar mais de 100% de diferença no preço.

“Um mesmo compasso da mesma marca, por exemplo, apresentou uma diferença de R$ 5 de um estabelecimento para o outro. Enquanto em um local custava R$ 2,70 em outro estava mais de R$ 7 ”, pontuou o coordenador.

Fonte: Engeplus Telecom / Fecomércio-SP
Foto: Cyntia Amorim 

 


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