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Veja dicas para fugir das armadilhas da Black Friday


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SÃO PAULO – Na próxima sexta-feira (28) acontece a edição 2014 da Black Friday. Para os consumidores trata-se de uma ótima oportunidade para comprar barato nas principais lojas físicas e virtuais do País.

Enquanto que para os varejistas o evento representa uma grande chance de limpar estoques para receber os produtos para vendas de Natal.

A Black Friday cresceu entre os consumidores brasileiros ao longo dos anos. Só em 2013, o varejo eletrônico recebeu mais de 1,9 bilhões de pedidos na data e o gasto médio do consumidor foi de R$ 437, quase o dobro do gasto em dias normais no e-commerce.

Além disso, segundos dados da E-bit, na edição passada, o e-commerce somou R$ 770 milhões em apenas um dia, sendo que a expectativa para 2014 é ainda melhor, com um aumento de 56%, o que significa uma movimentação próxima a R$ 1,2 bilhão no e-commerce nacional.

Apesar do sucesso da data, o cofundador da Konduto, plataforma especializada em análise de fraude e comportamento de compras na internet, Tom Canabarro, lembra que os consumidores e varejistas podem ser alvo de fraudes. “O marketing que atrai clientes também atrai os fraudadores e oportunistas”, explica.

Confira abaixo algumas dicas do advogado especialista em direitos do consumidor Ricardo Vieira de Souza para quem quer aproveitar as promoções da Black Friday tranquilo:

1- Sites falsos
O consumidor deve verificar o CNPJ do site no qual deseja comprar, junto à Receita Federal. Também vale verificar o endereço da empresa nos sites de busca para checar se ele é idôneo ou não.
Outra forma de prevenção é verificar no site do Procon para saber se determinado site ou empresa possui muitas reclamações. 

2- Boletos bancários falsificados
Muitas vezes o site escolhido é confiável, porém o consumidor pode ser vítima da fraude de boletos bancários. Os criminosos neste caso atuam através de um vírus instalado no computador do consumidor e, sem que ele perceba, a linha digitável do boleto bancário é alterada. Ao efetuar o pagamento, o dinheiro não é creditado na conta bancária da empresa que vendeu o produto e o valor é desviado para a conta do fraudador. 
Para evitar este problema o consumidor deve sempre usar softwares legalizado. Sistemas operacionais piratas podem capturar dados do consumidor, envolvendo-o em uma fraude. Outra dica importante é de que os computadores devem sempre possuir antivírus, com suas atualizações em dia, só assim é possível prevenir a ocorrência de fraudes.

3- Selo de segurança
Antes de efetuar compra, o consumidor deve verificar se o site possui no final da página um selo de segurança. Este selo é fornecido por empresas de segurança da informação, que certificam que o site está blindado a fraudes.

4- Cuidado com os cartões de crédito e débito
Alguns bancos possuem um serviço de alerta para compras com cartão de crédito, que pode ser útil para o consumidor.
Ele funciona assim: no momento em que o cliente usa o cartão de crédito e débito é enviado um torpedo SMS, informando que uma compra foi realizada e em qual estabelecimento. Essa ferramenta é ideal para o consumidor, pois ele fica sabendo em tempo real se o cartão está sendo usado sem seu consentimento e autorização.

5- Promoção real ou “maquiada”?
O consumidor deve comparar os preços dos produtos para não ser vítima de maquiagem de preço. Muitos estabelecimentos aumentam os preços dos produtos nas semanas que antecedem o Black Friday, para dar a falsa ilusão que o produto possui um grande desconto.

6- Troca ou devolução de produtos
A troca ou devolução de produtos adquiridos no período da Black Friday só é possível nas compras feitas fora do estabelecimento comercial, ou seja, na internet ou pelo telefone. Nestes casos o consumidor tem até sete dias, contados da data da entrega, para trocar ou devolver o produto.
Algumas lojas, por liberalidade, permitem que os compradores troquem os produtos dentro de determinado prazo. Caso o estabelecimento comercial opte por essa prática ele deve informar claramente o consumidor.

7- Garantia
O consumidor possui garantia legal de 90 dias para reclamar de vício dos produtos, como por exemplo, produto que parou de funcionar. Vale lembrar que muitas empresas, por liberalidade, concedem um ano de garantia. Caso a garantia de um ano seja concedida, ela é complementar a garantia legal. Portanto o consumidor possui um ano e 90 dias para reparar qualquer inadequação no seu produto.

8- Compras em lojas físicas
Caso o consumidor opte por comprar presencialmente nos estabelecimentos comerciais é aconselhável que ele teste os produtos antes de levar para sua residência, para evitar qualquer problema.

9- Orientações claras
Tudo que é ofertado ao consumidor, deve ser informado de forma clara e adequada, sendo que todos as ofertas de produtos ou publicidade devem informar aos consumidores as quantidades de produtos disponíveis em estoque. 

10- Exija nota fiscal
A nota fiscal é o comprovante de compra e a forma de obter os direitos em caso de problemas. O consumidor deve sempre exigir a nota fiscal e a garantia dos produtos. 

Fonte: Yahoo Finanças


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