Home

  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner
  • Banner

Indicadores apontam para Natal fraco


Amplie a foto

A desconfiança entre consumidores e empresários cresceu ao longo do primeiro semestre do ano devido à aceleração da inflação e à queda da atividade econômica. Alguns índices, como o de confiança do consumidor e o de confiança do comerciante, chegaram a indicar uma tênue recuperação, mas uma enxurrada de dados recentes ruins voltou a desanimar tanto um quanto outro, em um momento crucial do ano para as vendas com a proximidade do Natal e do recebimento do 13º salário por parte dos trabalhadores.

Com a inflação alta, que deve fechar 2014 ao redor de 6,5% (teto da meta), a queda da geração de empregos, a redução substancial das concessões de crédito com recursos livres e a retração do consumo, estima-se que o grau de otimismo no final do ano seja inferior ao do ano passado. A previsão também é de que o volume de vendas no Natal seja, no máximo, semelhante ao de 2013, previsão decepcionante uma vez que a data é a mais importante do ano para o comércio.

Alguns indicadores da FecomercioSP voltam a mostrar deterioração, como por exemplo o índice de estoques que, após algum alívio entre agosto e setembro, registrou em outubro uma proporção de empresários com estoques acima do adequado, na marca dos 30,5%, ante 29,8% em setembro, e 22,4% em outubro do ano anterior.

Isso reafirma a hipótese de menos encomendas junto à indústria neste ano, e reforça a ideia de que a expectativa de vendas dos empresários não é das melhores. Provavelmente, essa retração de consumo, já verificada nos números da FecomercioSP e do IBGE, deve atingir em cheio o humor dos consumidores e dos empresários, o que deve ter impacto negativo nas próximas edições do Índice de Confiança do Consumidor (ICC) e do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC).

Para 2015, a tendência é de que a recuperação não venha de forma imediata. Os primeiros números do próximo ano, provavelmente, ainda refletirão a fraqueza da atividade econômica de forma geral. A geração de empregos deve ser pequena, o consumo fraco e a produção industrial negativa. Ao longo do ano, no entanto, com maior ênfase no segundo semestre, os números devem começar a melhorar gradativamente, caso não haja nenhuma novidade no cenário econômico interno e externo.



<< Voltar

    (14) 3622-5883 / 3624-5037
    Rua Rolando Damico, 381 - Vila Assis - Jaú - SP

    Imagem